sábado, 18 de junho de 2011

172º x 202º

Por Lucas Brito

Começou as eliminatórias da Concacaf para o Mundial do Brasil. O duelo que abriu as eliminatórias caribenhas para o Mundial do Brasil, envolveu duas seleçõe que ocupam as últimas posições do ranking da FIFA, Belize, 172ª, contra Montserrat, última, ocupando a 202ª.

Além do futebol sem tradição, as equipes também enfrentam problemas de estrutura. A partida deveria ser realizada na casa do mandante, a seleção de Montserrat. Mas o jogo foi realizado em Trinidad e Tobago, por que o estádio no país não apresenta condições para jogos da FIFA. A mudança de ares não fez bem para a equipe, que acabou goleada pelos visitantes, 5 a 2. Aliás, sofrer muitos gols é o ponto forte da equipe. Nos três últimos jogos, contra contra São Cristóvão e Nevis, Barbados e São Vicente e Granadinas, o time tomou 16 gols e marcou apenas 1.

As Eliminatórias da Concacaf para a Copa de 2014 terão quatro fases. A primeira, que contou com esse jogo entre Montserrat e Belize, faz parte da primeira fase, que conta com as dez piores seleções da Concacaf no ranking da Fifa. Serão cinco duelos com jogos de ida e volta. Os cinco que vencerem seus confrontos avançam para a segunda fase, que terá as próximas 19 seleções do ranking. As 24 equipes se dividem em seis grupos. Os vencedores avançam para a terceira fase que contará com México, Estados Unidos, Cuba, Honduras, Jamaica e Costa Rica.

Fla, Santos e São Paulo compõe base da seleção Sub-20

Por Lucas Brito

O técnico Ney Franco, pelo menos em parte, cumpriu a palavra e não desfigurou tanto as equipes para continuidade do brasileirão. Entre os convocados do treinador para o Mundial Sub-20, que será disputado entre os dias 29 de julho e 20 de agosto, na Colômbia, cinco são do Flamengo, quatro vieram do São Paulo e outros quatro do Santos. O comandante anunciou 26 nomes, mas levará 21 para competição.

Mesmo que tenha mais jogadores cedidos à seleção, o Flamengo parece não sentir tanto quanto os rivais paulistas. Pelo Santos, Danilo e Alan Patrick são peças fundamentais de Muricy Ramalho. Não muito diferente é a situação do São Paulo que perdeu um dos destaques do time lider do Campeonato Brasileiro, o volante Casemiro, além do zagueiro Bruno Uvini. Aliás para o tricolor paulista, as coisas poderiam ser piores, já que pelo oito jogadores poderiam desfalcar a equipe. Somando a isso, Lucas e Neymar foram para seleção principal que disputará a Copa América, em julho na Argentina.

A base do grupo comandado por Ney Franco é a mesma que conquistou o Sul-Americano sub-20, em fevereiro, no Peru. O meia Felippe Coutinho, da Inter de Milão é outro destaque do time. Os 21 atletas e toda delegação da Seleção Canarinho embarca dia 24 de julho para a Colômbia. A estreia será contra o Egito dia 29, contra o Egito, em Barranquilla. O time ainda enfrenta a Áustria, no dia 1º de agosto, e o Panamá, dia 4.

Primeiro pôster oficial de Os Vingadores vaza na internet


Por Caio Bezerra

    Foi divulgado essa semana no site, www.omelete.com.br, o primeiro pôster oficial do filme de heróis da editora Marvel (recentemente comprada pela Disney), Os Vingadores (The Avengers). As filmagens do longa-metragem estão sendo feitas no Novo México (EUA), e a previsão de estreia mundial do filme está marcada para acontecer no dia 04 de maio de 2012. Enquanto a película não chega, os amantes da nona arte aguardam ansiosos pela estreia do filme, Capitão América – O Primeiro Vingador (Captain America – The First Avenger), estrelado pelo ator Chris Evans, que fará o papel do herói super-soldado, veterano da Segunda Guerra Mundial.
Confira o elenco completo de Os Vingadores abaixo:
Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Chris Hemsworth (Thor), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Mark Ruffalo (Hulk), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Clark Gregg (Agente Coulson), Cobie Smulders (Maria Hill), Tom Hiddleston (Loki) e Stellan Skarsgard (Dr. Selvig) estão confirmados no elenco.
Joss Whedon escreveu o roteiro e dirige o filme, que estreia em 4 de maio de 2012.

Quanto sigilo! (II)


            Depois da onda de comentários sobre a possibilidade de sigilo eterno para documentos públicos, o sigilo voltou a ocupar as páginas dos jornais e as telas dos televisores e computadores. No dia 14, a Câmara dos Deputados aprovou o regime de contratação especial para obras da Copa do Mundo de 2014. Oposição e entidades mais uma vez chiaram.
            No dia 17, Dilma saiu em defesa do tal “regime de contratação especial”, afirmando que houve “má interpretação” da polêmica "dieta" ; que essa medida visa reduzir preços e evitar formação de cartéis, e que não servirá (o regime especial) como “garantia de roubalheira”.  
            O sigilo, afirma a presidente, visa impedir que a empresa que der o lance não conheça o valor.
            No dia 21 de abril publiquei neste blog o comentário Sobre bêbados, copas e brechas  , que trata do assunto “brechas em licitações para a Copa do Mundo de 2014”. Quer dizer, o tema paira sobre as discussões políticas desde pelo menos aquela época. E la nave va .   Mas, para onde?

Quanto sigilo! (1)

Por Luiz Felipe Adurens Cordeiro

Depois de essa afirmação provocar alguma chiadeira, Dilma elucida o caso: “Estão fazendo uma confusão porque eu vi recentemente que estava em sigilo a violação de direitos humanos. Em apenas três situações o governo tolera a classificação de ultrassecreto, recomendação do Ministério da Defesa e do Itamaraty: ameaça à soberania nacional, integridade ao território e grave risco às relações internacionais do país”. 
 “Ah! É para proteger a soberania do país, sua integridade territorial e graves riscos às relações internacionais do país? Aí a coisa muda! Aí sim!”, poderá exclamar um crédulo das palavras oficiais.
 Mas acontece que a soberania nacional do país tem sido violada desde que o PT, um dos fundadores do Foro de São Paulo, chegou ao poder. O filósofo e jornalista Olavo de Carvalho denuncia isso há muitos anos. No seu texto Lula, réu confesso o analista afirma: “O discurso presidencial de 2 de julho de 2005, pronunciado na celebração dos quinze anos de existência do Foro e reproduzido no site oficial do governo, segundo a qual o Foro era apenas um inocente clube de debates, sem nenhuma at uação política . E agora ele vem se gabar da "ação política de companheiros", praticada com recursos do governo brasileiro às escondidas do Parlamento, da justiça e da opinião pública. Comparado a delito tão imenso, que importância têm o Mensalão e fenômenos similares, senão enquanto meios usados para subsidiar operações parciais no conjunto da grande estratégia de transferência da soberania nacional para a autoridade secreta de estrangeiros?”.
 A “preocupação” com a soberania nacional demonstrada por uma das lideranças do partido fundador de um organismo (o Foro de São Paulo) que tem como objetivo construir um poder continental é, claro, apenas jogo de cena.   

Cyberbullying: a violência virtual

Por Khaell Kersul

Falaremos hoje de um assunto serio que infelizmente esta crescendo no pais o CyberBullying,como esse assunto e amplo,tentarei faze-lo em 2 partes para maior facilidade de entendimento.

Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando. Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome: bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo.

Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional.

- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.

- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem.

- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência.

Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa."

Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente. A mensagem maldosa pode ser encaminhada por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca Aramis Lopes, especialista em bullying e cyberbullying e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de violência: o agressor, a vítima e a plateia. Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos.

Esse tormento permanente que a internet provoca faz com que a criança ou o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Na comparação com o bullying tradicional, bastava sair da escola e estar com os amigos de verdade para se sentir seguro. Agora, com sua intimidade invadida, todos podem ver os xingamentos e não existe fim de semana ou férias. "O espaço do medo é ilimitado", diz Maria Tereza Maldonado, psicoterapeuta e autora de A Face Oculta, que discute as implicações desse tipo de violência. Pesquisa feita este ano pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez. Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento.

Um xinga, o outro chora e o resto cai na risada


Quando se trata de bullying e cyberbullying, é comum pensar que há apenas dois envolvidos: a vítima e o agressor. Mas os especialistas alertam para um terceiro personagem fundamental: o espectador. Veja a seguir o que caracteriza a ação de cada um deles nos casos de violência entre os jovens.

Vítima 
Costuma ser tímida ou pouco sociável e foge do padrão do restante da turma pela aparência física (raça, altura, peso), pelo comportamento (melhor desempenho na escola) ou ainda pela religião. Geralmente, é insegura e, quando agredida, fica retraída e sofre, o que a torna um alvo ainda mais fácil. Segundo pesquisa da ONG Plan, a maior parte das vítimas - 69% delas - tem entre 12 e 14 anos. Ana Beatriz Barbosa Silva, médica e autora do livro Bullying: Mentes Perigosas na Escola, cita algumas das doenças identificadas como o resultado desses relacionamentos conflituosos (e que também aparecem devido a tendências pessoais), como angústia, ataques de ansiedade, transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, além de fobia escolar e problemas de socialização. A situação pode, inclusive, levar ao suicídio. Adolescentes que foram agredidos correm o risco de se tornar adultos ansiosos, depressivos ou violentos, reproduzindo em seus relacionamentos sociais aqueles vividos no ambiente escolar. Alguns também se sentem incapazes de se livrar do cyberbullying. Por serem calados ou sensíveis, têm medo de se manifestar ou não encontram força suficiente para isso. Outros até concordam com a agressão, de acordo com Luciene Tognetta. O discurso deles vai no seguinte sentido: "Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?" Aqueles que conseguem reagir alternam momentos de ansiedade e agressividade. Para mostrar que não é covarde ou quando percebe que seus agressores ficaram impunes, a vítima pode escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.

Agressor 
Atinge o colega com repetidas humilhações ou depreciações porque quer ser mais popular, se sentir poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, se sente satisfeito com a reação do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima. O anonimato possibilitado pelocyberbullying favorece a sua ação. Usa o computador sem ser submetido a julgamento por não estar exposto aos demais. Normalmente, mantém esse comportamento por longos períodos e, muitas vezes, quando adulto, continua depreciando outros para chamar a atenção. "O agressor, assim como a vítima, tem dificuldade de sair de seu papel e retomar valores esquecidos ou formar novos", explica Luciene.

Espectador 
Nem sempre reconhecido como personagem atuante em uma agressão, é fundamental para a continuidade do conflito. O espectador típico é uma testemunha dos fatos: não sai em defesa da vítima nem se junta aos agressores. Quando recebe uma mensagem, não repassa. Essa atitude passiva ocorre por medo de também ser alvo de ataques ou por falta de iniciativa para tomar partido. "O espectador pode ter senso de justiça, mas não indignação suficiente para assumir uma posição clara", diz Luciene. Também considerados espectadores, há os que atuam como uma plateia ativa ou uma torcida, reforçando a agressão, rindo ou dizendo palavras de incentivo. Eles retransmitem imagens ou fofocas, tornando-se coautores ou corresponsáveis.

Iremos parar aqui..na parte 2 desse post iremos como lidar com alguem que foi vitima e como fazer para evitar que o CyberBullying se espalhe.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Giro 2

Por Lucas Brito

E o itaquerão? – O desejo de São Paulo em abrir o mundial de 2014 vai ficando difícil. Em postagem feita em seu blog na quarta-feira (8), o jornalista Juca Kfouri revelou que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, já avisou ao amigo e senador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), que a abertura da Copa do Mundo será no Mineirão.

Recomeço – O atacante Cabañas, atingido com um tiro na cabeça em janeiro do ano passado, está treinando com a seleção paraguaia que se prepara para disputar a Copa América em julho. O ex-jogador do América do México e carrasco de Flamengo e Santos, não é um dos 23convocados do técnico Gerardo Martino, mas sua participação nos treinos é tratada com um novo começo para o jogador, que ainda sonha em voltar a jogar futebol.

Dúvidas - Exames toxicológicos feitos no corpo do surfista Andy Irons, apontaram a ingestão de drogas como umas possíveis causas da morte do tricampeão mundial. Outro motivo seria uma parada cardíaca provocada por um bloqueio de uma artéria. A família não acredita na morte provocada por entorpecentes, mas exames atestaram que o surfista de 32 usou drogas antes de ser encontrado morto em um hotel em Dallas, em novembro.

Bandeira Vermelha – Os organizadores do GP do Bahrein desistiram de sediar a prova da F1 neste ano. Depois de ter a corrida cancelada no início do ano, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) tinha remarcado a prova para o dia 30 de outubro. Mas diante do protesto das equipes, a prova foi retirada do calendário.